Globalização da palavra elo

        No próximo dia proporemos que vamos aprender outra palavrinha. Para o efeito levaremos um pedacito de corrente que tivermos à mão e a propósito dela conversaremos com a turma no sentido de contextualizar a palavra em questão. Como se chama aquilo; se já viram outras correntes; para que servem as correntes; se lá em casa têm disso; etc. E da corrente que exibimos, destacaremos, à vista da turma, um elo dessa corrente

        Da resposta dum dos alunos que nos pareça mais pertinente seleccionaremos uma e construiremos uma frase curta. Por exemplo: O elo é pequeno. 

         E agora o processo repetir-se-á. O professor escreverá a frase no quadro preto à vista dos alunos, lerá em voz alta e apontando, e depois todos os alunos a lerão também,  apontando a frase  (esquerda/direita). Se o professor perguntar onde está a palavra elo escrita no quadro, com facilidade os alunos a identificarão. Então o professor apresentará um novo trio de cartões, representando o referido elo, que os alunos colocarão sobre a carteira (mesa), compondo o respectivo puzzle que ficará como se segue:

   O professor convidará os alunos a lerem as palavrinhas apresentadas, levantando uma de cada vez, conforme a que o professor lhe pedir, recompondo logo o puzzle.

           E logo a seguir proporá que, na carteira, misturem os cartões de hoje com os da aula anterior.

Logo que misturados, convidar a turma a recompor os dois puzzles que ficarão :


          Cada aluno lerá cada um dos seis cartões, levantando-os à medida que o professor pedir, mas recompondo imediatamente o puzzle. Todos os alunos o farão em simultâneo. Depois, pegando cada aluno nas duas palavras manuscritas, decalcá-las-á à transparência.

           Não se espere perfeição demasiada no traçado das palavras porque é trabalho globalizante (o aluno não identificará as letras das duas palavras, verá o todo). Convém que os alunos iniciem o traçado das palavras da esquerda para a direita por razões óbvias. Cada aluno, individualmente, lerá o que escreveu na sua folha ao professor (como é evidente lerá em “mancha”, não soletrando). Para guardarem todos os cartões será necessário que cada aluno tenha uma pequena caixinha onde os possa guardar de modo que, ao levá-los para casa e ao falar com a família sobre as coisas da escola, possa revê-los e agora fazer de professor perante a família (estudar a lição, como dizia um aluno duma professora que na minha escola seguiu o método Global’eu, enquanto montava os puzzles na sua cama e a mãe o chamava para o jantar, mas ele não ia porque não tinha acabado o trabalho). Convém que todos os cartões tenham o nome do seu possuidor no verso pelas razões já atrás apontadas.

     voltar ao índice